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Por que ClickUp substituiu o Asana na nossa gestão e o que aprendemos

28 jul 2026 | plugnrank | Leitura: 3 min

como organizar empresa em crescimento sem travar a operação

Há dois anos, a equipe da Projetiq usava Asana para organizar tarefas. Reuniões semanais começavam com um ritual frustrante: alguém perguntava “o que está pendente?”, e a resposta vinha em mensagens soltas no WhatsApp. O Asana virava um mural de post-its que ninguém atualizava. Foi quando decidimos testar o ClickUp. A mudança não foi só de ferramenta, foi de como a gente passou a enxergar o trabalho.

O que o Asana não entregava

O Asana é simples, e essa simplicidade virou problema. Para um time pequeno, ele funciona. Mas quando o número de projetos cresce, a falta de hierarquia entre tarefas, subtarefas e listas vira bagunça. No nosso caso, cada departamento criava seu próprio jeito de organizar. Marketing usava quadros, Operação usava listas, e ninguém via o todo. O resultado: retrabalho, prazos perdidos e a sensação de que o projeto andava, mas ninguém sabia onde estava.

ClickUp: um sistema, não uma lista

gestão de riscos em projetos em PMEs

O ClickUp trouxe algo que o Asana não tinha: um modelo hierárquico claro. Você organiza em Espaços, Pastas, Listas e Tarefas. Parece burocrático no papel, mas na prática dá visibilidade real. Um diretor consegue abrir o painel e ver, em cinco minutos, o status de cada projeto estratégico. Sem reunião de alinhamento. Sem e-mail.

O que aprendemos com a migração

papel do sponsor no sucesso do projeto

Trocar de ferramenta não resolve problema de processo. Se a equipe não tem clareza sobre o que é prioridade, nenhum software vai consertar isso. Por isso, antes de migrar, definimos três regras:

  • Uma única fonte de verdade: toda tarefa, decisão e prazo vai para o ClickUp. Nada de WhatsApp ou e-mail para acompanhamento.
  • Responsável único: cada tarefa tem um dono. Se não tem, a tarefa não existe.
  • Atualização diária: cada pessoa atualiza o status das suas tarefas antes de encerrar o expediente. Leva dois minutos.
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Sem essas regras, o ClickUp seria só um Asana mais caro.

ClickUp vs Asana: o que pesou na decisão

operação sem estrutura

O ClickUp ganhou em três pontos decisivos:

  1. Visão hierárquica: você enxerga do macro ao micro sem perder o fio.
  2. Automações internas: dá para criar regras do tipo “quando uma tarefa for movida para ‘Concluído’, notificar o cliente”. No Asana, isso exige integrações pagas.
  3. Documentação integrada: os Docs do ClickUp substituem o Google Docs para rascunhos de processo. Tudo fica no mesmo lugar.
change request modelo

O Asana ainda é melhor para times pequenos que querem algo simples e barato. Mas para quem precisa de controle e previsibilidade, o ClickUp entrega mais.

FAQ

ClickUp é mais caro que o Asana?

Depende do plano. O ClickUp tem um plano gratuito generoso, e o Business custa cerca de US$ 12 por usuário/mês. O Asana Business sai por US$ 24,99. Para times acima de 10 pessoas, o ClickUp costuma ser mais barato.

Vale a pena migrar se o time já está acostumado com o Asana?

Sim, desde que você invista uma semana para treinar a equipe e definir os novos processos. A resistência inicial existe, mas depois de 15 dias a maioria prefere o ClickUp.